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FICHA DE INVENTÁRIO
Museu:
Museu Grão Vasco
N.º de Inventário:
1590
Supercategoria:
Arte
Categoria:
Desenho
Denominação:
Retrato
Título:
Joaquim António de Aguiar
Datação:
1921 d.C.
Matéria:
Lápis
Suporte:
Papel
Dimensões (cm):
altura: 63,3; largura: 31,7;
Descrição:
A figura está representada de pé, incompleta (metade) e de costas. A mancha é o elemento organizador da forma e do volume, e as linhas de contorno esporadicamente delineadas. A postura desta personagem é a mesma que encontramos no quarto painel que decora a Sala dos Passos Perdidos no Palácio de São Bento. Trata-se de um estudo definitivo de Joaquim António de Aguiar que aparece na transposição pictural com outros homens proeminentes da Revolução de 1820, a saber: Manuel FernandesTomás e Borges Carneiro.
Incorporação:
Compra - Emília Bordalo Pinheiro
Origem / Historial:
Desenho comprado à viuva do artista, Emília Bordalo Pinheiro, em 05/01/1931, pelo então director do MGV, Francisco de Almeida Moreira. Deu entrada no Museu em 14/01/1931. Este desenho faz parte de um núcleo de 21 estudos a lápis para os seis paineis da Sala dos Passos Perdidos, do Palácio de São Bento, ali colocados em 23/11/1926. Os termos da aquisição do referido núcleo foram registados num notário de Lisboa, Evaristo de Carvalho, e a promessa de venda orçamentada em sessenta mil escudos juntamente com um quadro a óleo do artista. O pagamento seria desdobrado em prestações de quinze mil escudos a amortizar nos quatro anos seguintes. As condições de venda da outorgante estipulavam que os desenhos e o quadro a óleo seriam colocados no Museu Grão Vasco, numa sala apropriada que se denominaria Sala Columbano. A sala foi inaugurada nesse mesmo ano, no dia 5 de Julho. Ao longo dos anos 30 e 40 o acervo de obras de Columbano foi sendo enriquecido, mercê de compras e doações, mantendo-se os desenhos em exposição lado a lado com as obras de pintura e aguarelas do artista constituindo, com estas, um núcleo monográfico representativo do nosso Naturalismo. A partir de 1955, já com o 3º director do museu, Russel Cortez, os desenhos são retirados do percurso expositivo para as reservas, criadas nos anos sessenta, após obras de remodelação do espaço museológico. Desde então este núcleo tem sido objecto de exposições temporárias quer no MGV quer noutros museus e instituições.
 
     
     
   
     
     
     
 
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